Cobras lh’a andem a inroscar.

Ah! se o vento alma tivera,

Lingua o ar da primavera,

Fôra a sua voz bastante:

Novas levára e trouxera

Entre um e outro amante.

Desprézo finos guizados,

Deixo ao cura os seus assados;

Só quero amar, ser constante

A quem o verão me deu