De assopradas, pomposas ninharias.
Que producções, que producções! Oh quanto
Quanto seria mais se um deus maligno,
Inimigo dos guapos academicos,
Das tres que Deus nos deu potencias d’alma
Lhes não saccasse duas á surrelfa,
Deixando só memorias e memorias...
Quanto sería mais, quanto fulgira
Em gordos, grossos, grandes calhamaços
A portugueza, majestosa lingua,