Se os novos sabios, no comêço á emprêsa,

A antigas manhas não perdendo o affinco,

Não incontrassem por desgraça nossa

C’um perfido azzurrar—zurrar malditto!...

Ficaram no azzurrar sempre zurrando.

Coimbra—1818.

III.
AMOR E VAIDADE.
FÁBULA.

Ja mais veloz corria o espaço usado

Que as horas marca ao dia

O deus que atrás de Daphne