Por mim co’a morte, c’os revezes lucta

O guerreiro no campo;

E ante o espelho traidor consomme a vida

A belleza que aos annos se não rende:

Por mim o litterato sôbre os livros

Curva a frente abrazeada;

Por mim nos gestos, no fallar se estuda

O adamado peralta;

Por mim vivem contentes satisfeitos

Os que menos razão têem de viverem;