E o mago meu podêr se estende a tanto,
Que entro no seio mesmo aos que me offendem,
Desprezam e injuriam.
Por meu influxo, n’esse proprio escripto
Em que me insulta o sabio,
Corrige e apura o sabio o stylo, a penna,
Aos louvores armando.
Eu as suberbas, elevadas cupulas
Ergo de vãos palacios;
E até na estancia gellida da morte,