Mas aos nossos Mecenas sécca e treme

Na frente o loiro, a hera

Com que venaes poetas

Lhes coroaram as testas de patetas,

Em trovas semsabôres;

Mas os nossos modernos escriptores

Ficam asnos sem sizo

Para os homens de bem e de juizo.

Coimbra—1820.

V.
O MENINO E A COBRA.