C’uma cobra doméstica folgava

Criança innocentinha,

E—‘Meu bicho’ dizia a criancinha

‘Comtigo tam seguro eu não brincava

Se primeiro, o veneno refalsado

Não te houvessem tirado.

Que vós sois muito más, muito ingratonas,

Minhas serpentezonas.

Oh! nunca a tal historia me esqueceu

D’aquelle homem que a cobra achou na rua