*Telmo*, batendo de fóra á porta do fundo. Acordou.
*Manuel*, sobresaltado. É a voz de Telmo?
*Jorge*. É. (Indo abrir a porta) Entrae, Telmo.
*Telmo*. Acordou.
*Jorge*. E como está?
*Telmo*. Melhor, muito melhor, parece outra. Está muito abatida, isso sim; muito fraca, a voz lenta, mas os olhos serenos, animados como d'antes e sem aquelle fusilar de hontem. Perguntou por vós… ambos.
*Manuel*. E pela mãe?
*Telmo*. Não: nunca mais fallou n'ella.
*Manuel*. Oh filha, filha!…
*Jorge*. Iremos vê-la. (péga na mão do irmão) Tu promettes-me?…