E só pão sêcco lhe dava,
Mas agua não consentia
Que nunca ninguem lh’a desse
Para que á sêde morresse.
Valeu-lhe quem tudo póde,
Que ao infeliz sempre accode:
Vinha-lhe orvalho do ceo,
De que os sette annos bebeu.
E emfim o septimo anno
De tal milagre vencido