Foi o proprio rei tyranno,
Que a liberdade lhe deu,
E do crime commettido,
Se o havia, se esqueceu.
XVIII
Para ésta tôrre deserta,
No verão ao sol exposta,
Que abrasado a queima e tosta,
No rigor do hinverno aberta
A chuvas, á ventania,
Foi o proprio rei tyranno,
Que a liberdade lhe deu,
E do crime commettido,
Se o havia, se esqueceu.
Para ésta tôrre deserta,
No verão ao sol exposta,
Que abrasado a queima e tosta,
No rigor do hinverno aberta
A chuvas, á ventania,