Sisnando—quem tal diria!

Mandou a filhinha linda,

Que alli fechada gemesse,

A virtuosa Adozinda!...

E ai de quem agua lhe desse,

Lhe desse vestido ou cama,

Que da sêde á morte crua

—Qual o mouro a sua dama—

Alli quer que morra nua,

De todos desemparada,