Passado é um mez e outro mez,
Anno e annos decorreram;
E os sette annos feneceram
Sem que Adozinda formosa
Em tal mingua perecesse,
Sem que ao menos desmer’cesse
Em seu rosto uma só rosa.
II
Veio um dia—n’esse dia
O captiveiro acabava—
Passado é um mez e outro mez,
Anno e annos decorreram;
E os sette annos feneceram
Sem que Adozinda formosa
Em tal mingua perecesse,
Sem que ao menos desmer’cesse
Em seu rosto uma só rosa.
Veio um dia—n’esse dia
O captiveiro acabava—