Todavia o seu desejo e impenho era que eu fizesse uma verdadeira epopea, e me deixasse d’estas coisas que nunca podiam passar de bonitinhas. A perda de D. Sebastião em Africa era o assumpto que me dava: dizia—e dizia bem—que devia ser o reverso da medalha dos Lusiadas, e que podia ser o mais popular e nacional de todos os poemas portuguezes depois d’aquelle. Ponho isto aqui para commentario dos versos que se seguem, e que alias não seriam intendidos.

15 de Outubro de 1842.

A ADELIA

Tu queres, amiga, que eu deixe

Minha harpa no chopo do monte,

Que nem sempre me chore e queixe,

Que seja poeta... a cantar!

Que da brava inculta deveza