Só o sabem D. Ramiro,
Violante e o fiel Rodrigo.
Mas alta noite, horas mortas,
Gente que o postigo entrava,
E á porta de Violante
Manso bater se escutava.
—‘Quem bate á minha porta,
Quem bate, oh! quem ’stá ahi?
—’Sou Bernal-francez, senhora,
Vossa porta a amor abri.’