Ao descer do leito d’oiro

A fina hollanda rasgou,

Ao abrir mansinho a porta

A luz que se lhe apagou:

Pela mão tremente o toma,

Ao seu apposento o guia:

—‘Como treme, amor querido,

Esta mão, como está fria!’

E com osculos ardentes

E no seio palpitante,