A malfadada dizia,

‘De joelhos, D. Ramiro,

Humilde perdão vos peço,

Perdoae-me por piedade...

A morte não, que a mereço:

‘Da affronta que vos hei feito

Por minha triste cegueira,

Dae-me quitação co’a morte

N’ésta hora derradeira:

‘Mas só eu sou criminosa