Sôbre a fresca sepultura

De rôjo se atira ao chão:

—‘Abre-te, ó campa sagrada,

Abre-te a um infeliz!...

Seremos na morte unidos,

Ja que em vida o ceu não quiz.

‘Abre-te, ó campa sagrada

Que escondes tal formosura,

Esconde tambem meu crime

Com a sua desventura.