‘Vida que eu viver não quero,

Vida que eu só tinha n’ella,

Recebe-a, ó campa sagrada,

Que não posso já soffrê-la.’

E o pranto de correr,

E os soluços de estallar,

E a mão que leva á espada

Para alli se traspassar.

Mas a mão gelou no punho

Voz que da campa se erguia,