Voz que ainda é suave e doce,
Mas tam medonha e tam fria,
Do sepulchro tão cortada,
Que as carnes lhe arripia
E a vida deixou parada:
—‘Vive, vive, cavalleiro,
Vive tu, que eu ja vivi;
Morte que me deu meu crime,
Fui eu só que a mereci.
‘Ai n’este gêlo da campa,