Que vai garrula e trepida saltando

Té que se junta em cava pederneira.

D’onde sai, o arco d’Iris imitando

Na espadana da férvida cachoeira.

Venha na solidão—e o só dos montes

É mais só que nenhum,—o silencioso

Mais augusto, solemne e magestoso!

Venha na solidão

Comsigo conversar, fallar um’hora

Com o seu coração.