—Quantos ha que annos longos hão vivido

C’os outros sempre, sempre c’os de fóra

Sem viverem comsigo nem um dia,

Nem um momento só!

Tenhamos d’elles dó;

Viver não... têem apenas existido.

Tua meiga companhia

É doce, Elysa; e sempre na minha alma

Foi teu brando fallar—e quantas vezes!—

Celeste orvalho que abrandou a calma