De paixões, que adoçou o agro a revezes:

Porêm a minha solidão querida,

De vez em quando, lá quando a alma o pede,

Oh! não m’a tirem que é tirar-me a vida.

Agora conversemos: eu ignoro

A arte das vans palavras que bem soam;

Oiço-as, e não demoro

No ouvido os sons que de per si se escoam.

O sol declina;—temos largamente

Hoje philosophado.