Do ciume voraz que no mais puro

D’amor, no mais seguro

Suas raizes venenosas lança,

E co’a mais branda flor

Seus mordentes espinhos lhes intrança.

Detestemos, Elysa, essa funesta

Paixão brutal que a tudo e em tudo damna,

Da virtude a tyranna:

Não nos illuda a tam commum cegueira;

Detesta o crime quem amor detesta.