Crimes!—vê a amizade prazenteira,

Que nenhuns tem;—e amor, ai! quantos, quantos!

Honras perdidas, thalamos violados,

Os vinculos mais sanctos

Dos homens e de Deus, da natureza,

Da propria natureza—espedaçados

Por esse amor, que sua tocha accesa

Do vivo fogo traz do averno immundo

Para de crimes abrazar o mundo.

Honesto, justo, sancto, consagrado,