Nada respeita:—o sangue, o altar em meio

De seus desejos não é termo ou freio;

Não ha pomo vedado

No Eden da virtude

Que a mão perversa e rude

Tocar não ouse,—árvore da vida

Que dos gryphos mordida,

Em peçonha de morte não converta,

E a seiva salutar já corrompida

Em lethal beneficio não perverta.