Criada de mau mandar.
‘Tua ama morrendo á sêde
E tu na fonte a folgar?’
—‘Folgar não folguei, senhora,
Mas deixei-me adormentar,
‘Que a moira vida que eu levo
Ja não n’a posso aturar.
Ai terra da minha terra,
Ai Milhor da beira-mar!
‘Aquella sim que era vida,