Aquillo que era folgar!
E em sancto temor de Deus:
Não aqui n’este peccar!’
—‘Cal-te, cal-te, Peronella,
Não me queiras attentar;
Que eu a viver entre moiros
Me não vim por meu gostar.
‘Mas ja tenho perdoado
A quem lá me foi roubar;
Que antes escrava contente,