Assim lhe foi a fallar
—‘Que tens, Gaia... minha Gaia?
Ora pois! não mais chorar,
‘Que o feito é feito...’—‘E bem feito!’
Tornou-lhe ella a soluçar,
Rompendo agora n’uns prantos
Que parecia estalar;
‘E bem feito, rei Ramiro!
Valente acção de pasmar!
Á lei de bom cavalleiro,