Para de um rei se contar!
‘Á falsa fé o mattaste...
Quem a vida te quiz dar!
Á traição... que d’outro modo,
Não es homem para tal.
‘Mattaste o mais bello moiro,
Mais gentil, mais para amar
Que entre moiros e christãos
Nunca mais não terá par.
‘Perguntas-me porque chóro!..