VIII
POR BEM
AS PÊGAS DE CINTRA
Dou aqui logar a ésta composição que, moderna, como é, e minha, toda é feita de coisas populares e antigas. A anecdota devêra ter sido celebrada pelos menestreis do tempo: não o foi, e eu procurei supprir o seu descuido. Não apparece pois em meu nome, senão no d’elles, embora de longe os rastreie.
Quando a primeira vez sahiu de minha carteira a presente ballada foi para se imprimir na ILLUSTRAÇÃO[31], jornal que se publicava em Lisboa em 1845-46. Reimprimirei com ella aqui tambem a carta que então escrevi ao redactor d’aquelle jornal, porque devéras contêm a historia de sua composição.
Eis aqui a carta: