E como é que Auzenda ignora,

Por que incanto ou maravilha,

Que ao pino da meia noite

Todos os dias a filha

O escuro parque atravessa,

E tenteando a treva espessa

Vai sosinha áquella grutta

Que no mais claro do dia

Ninguem a entrar ousaria?

—Mas vai; não o sabe Auzenda: