N’este segredo fatal
Coisa sobrenatural,
Coisa medonha, tremenda
Ha por certo... oh! que inda mal!
III
Desde aquella madrugada
Que Adozinda em seu balcão
Fallou c’o velho ermitão,
De noite á grutta fadada
Sempre vai. Sibille o vento
N’este segredo fatal
Coisa sobrenatural,
Coisa medonha, tremenda
Ha por certo... oh! que inda mal!
Desde aquella madrugada
Que Adozinda em seu balcão
Fallou c’o velho ermitão,
De noite á grutta fadada
Sempre vai. Sibille o vento