No bosque medonho e feio,
Ás nuvens o pardo seio
Rasgue horrisono trovão,
Nada teme; a passo lento,
Só, para alli se incaminha
E em rezas, em penitencia
Horas longas jaz sosinha.
Talvez d’aquelle romeiro,
Por salutar providencia,
Seu fado lhe foi preditto;