—'Sabes!'

—'Sei.'

—'O quê?'

—'O que tu não tens ânimo para me dizer, Carlos; mas que o meu coração adivinhou. Tu não me amas, Carlos.'

—'Não te amo! eu!.. Sancto Deus! eu não a amo…'

—'Não. Tu amas outra mulher.'

—'Eu! Joanna, oh! se tu soubesses…'

—'Sei tudo.'

—'Não sabes.'

—'Sei: amas outra mulher, outra mulher que te ama, que tu não pódes, que tu não deves abandonar, e que eu…'