Passaram dias, semanas, Carlos estava melhor, estava salvo; Georgina pôde dizer-lhe um dia:

—'Carlos, meu Carlos, tu estás livre de perigo, vou restituir-te aos teus.'

—'Os meus!'

—'Os teus. Tua avó, tua prima…'

—'Joaninha! oh! Joanninha…'

—'Tua avó que tambem tem estado a morrer mas que emfim está escapa, ignora que tu estejas aqui. Occultámo-lo egualmente a tua prima.'

—'Ah!'

—'Sim, assentámos de lh'o não dizer a uma nem a outra até que tivessemos certeza da tua melhora. Hoje porêm vais ve-las. E eu…'

—'Tu!'

—'Eu não tenho aqui mais nada que fazer.'