Quommodo sedet sola civitas.—Santarem.—Portugal em verso e Portugal em prosa.—Exquisito lavor de umas portas e janellas de architectura mosarabe.—Busto de D. Affonso Henriques.—As salgadeiras de Affrica.—Porta do Sol.—Muralhas de Santarem.—Voltemos á historia de Fr. Diniz e da menina dos olhos verdes.

CAPITULO XXXII.

Tornámos á historia de Joanninha.—Preparativos de guerra.—A morte.—Carlos ferido e prisioneiro.—O hospital.—O infermeiro.—Georgina.

CAPITULO XXXIII.

Carlos e Georgina. Explicação.—Ja te não amo! palavra terrivel.—Que o amor verdadeiro não é cego.—Frade no caso outra vez. Ecce iterum Crispinus; ca está o nosso Fr. Diniz comnosco.

CAPITULO XXXIV.

Carlos, Georgina e Fr. Diniz.—A peripecia do drama.—

CAPITULO XXXV.

Reunião de toda a familia.—Explicação dos mysterios.—O coração da mulher.—Parricidio.—Carlos beija emfim a mão a Fr. Diniz e abraça a pobre da avó.

CAPITULO XXXVI.