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Rita Farinha (Julho 2010)
SOCIEDADE DE GEOGRAPHIA DE LISBOA
OS
DIALECTOS ROMANICOS OU NEO-LATINOS
NA
AFRICA, ASIA E AMERICA
POR
F. ADOLPHO COELHO
Professor do Curso Superior de Lettras e socio effectivo da Sociedade de Geographia de Lisboa
LISBOA
CASA DA SOCIEDADE DE GEOGRAPHIA
89, RUA DO ALECRIM, 89
1881
IMPRENSA NACIONAL
Extrahido do Boletim da Sociedade de Geographia de Lisboa
OS
DIALECTOS ROMANICOS OU NEO-LATINOS
NA
AFRICA, ASIA E AMERICA
I. DIALECTOS PORTUGUEZES
1. Creolo da ilha de Santo Antão
(archipelago de Cabo Verde)
Carta 1.ª
| Nha amigo.—Cu préssa en scrêbê ês dôs fója di papel, qui dentro d'ês carta en tâ manda nhô. | Meu amigo.—Com pressa escrevi estas duas folhas de papel que dentro d'esta carta lhe envio. |
| Talvêz algun cúsa, palabra, ou móde nhù crê, stâ êrrado. Cuza qn'en câ tâ dubída; pamóde pâ más criôlo qui nós di Cabo Berde nú sabê, sénpre nu tâ ncontra dificuldade ou enbaráço, quel'ora qui nú pêga na péna pâ nu scrêbê na nós lingua. | Talvez alguma cousa, palavra ou como quizer, esteja errada. O que não duvido, porque por mais creolo que nós de Cabo Verde saibâmos, sempre encontrâmos difficuldade ou embaraço logo que pegâmos na penna para escrevermos na nossa lingua. |
| Ês culpa ê câ di nós, ê di gobérno, qui si al bê animaba nós na calquér cuza, ê tâ oprimíno cú má scoja di sês empregado, qu'ê tâ manda pâ Cabo Berde. | A culpa não é nossa, é do governo que longe de animar-nos em qualquer cousa, opprime-nos com a má escolha dos seus empregados, que elle manda para Cabo Verde. |
| Ê tâ fazê bên mal, pamóde assi ê tâ pêrdê tudo amor, tudo stima qu'ê pôdê tên na pôbo di Cabo Berde. Ês cuza ê câ só na Cabo Berde, ê pâ tudo cábo, unde ê tên un palmo di chôn. En podê flába nhô cuzás chéo a ruspêto di nós gobérno na Cabo Berde, ¿mas paquê? Ês carta ê câ, sima português tâ flâ, di politica, e pamóde ês en tâ bira pâ principio di nós conbersa. Ê sima en staba tâ flâ nhô, en câ sabê si algun cuza stâ tórto ou mál screbêdo nês dôs fójas di papel; mas câ m'inporta cú ês, e nhu ôubi cuss'ê qu'ent â flâ nhô: Na fója un e na linha binte eu binte un, nhu tâ lé na banda di criôlo «nha Dóna di nha Lucía» e na banda di português nhú câ tâ acha nada qui, sima português tâ flâ, tâ corrêspondêl. | Faz bem mal, porque assim perde todo o amor e toda a estima que póde ter no povo de Cabo Verde. Isto não é só em Cabo Verde é por toda a parte, onde elle tem um palmo de terra. Eu podia dizer-lhe muitas cousas a respeito do nosso governo em Cabo Verde, mas para que? Esta carta não é, como dizem os portuguezes, de politica, e por isso volto ao principio da nossa conversação. É como lhe estava dizendo, não sei se alguma cousa está errada ou mal escripta n'essas duas folhas de papel; mas não nos importemos com isso, e ouça o que lhe digo: Na folha 1 v. e linhas vinte e vinte um, na columna creola «nha Dona nha Luzia», e no portuguez não encontro nada que, como dizem os portuguezes, lhe corresponda. |
| Nhú sabê ê pamóde? Ê pamóde ês Dóna ê un nóme qui na criôlo tâ chomádo «nome di cassa», e ê tâ custuma pôdo n'algun minino fémea. Ê pâ ês nóme que ês minino tâ chomado tioqu'ê grande, ou tioqu'ê mórré. Ês uso ê câ só di Cabo Berde, na Brazil tanbê ê tâ usado, e assi mi conchê ghentes chéo cú nome di Nené, Nhanhina, Nhánha, Sinhârínha, Nhásinhára, Júca, Jóca, sin sér sês nome di batismo, ou sês nome di greja. | Sabe a rasão? É porque Dona n'aquelle logar é um nome que em creolo se chama «nome de casa», e usa-se nas meninas (creanças). É por esse nome que ellas são chamadas até á maioridade ou até á morte. Este uso não é só de Cabo Verde, no Brazil tambem se usa, e assim conhecemos muita gentecom os nomes de Néné . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . e Joca sem serem os seus nomes de baptismo. |
| Agora si nhú crê sabê cuss'ê quí Dóna crê flâ, en tâ flâ nhô, no portugués ê avó e Dóno ê avô. | Agora se quizer saber o que quer dizer Dona, eu lhe digo, em portuguez é avó e Dono avô. |
| A ruspêto di berbo, criôlo câ tên tudo tudo qui português tâ choma ténpo. | Emquanto a verbos, o creolo não tem tudo quanto o portuguez chama tempo. |
| Prónóme ê sima ja'n esplicá nhô na fója dôs. Na criôlo di Cabo Berde câ tên bós ou abós pâ vós di português, e ês tâ flâ nhô, o qu'ês tâ papiâ cú alguên só, e nhôs, o qu'ês tâ papiâ cú más d'un. | O pronome é como já lhe expliquei na folha 2. No creolo de Cabo Verde só ha bós ou abós para o vós portuguez, e usam de nhô quando fallam a uma pessoa só, e de nhôs quando fallam a mais de uma. |
| Agora En, min, amin ê quasi tudo ô mésmo, cú algun différença, cónfórme conbersa tâ corrê. Tanbê criôlo tên mi. Ex.: | Agora emquanto a En, min, amin é quasi tudo o mesmo, com alguma differença conforme o seguimento da conversação. Tambem o creolo tem mi. Ex.: |
| En crê ês cuza. | Eu quero esta cousa. |
| Quênhê qui fazê ês cuza? Ê mi. | Quem fez isto? Fui eu. |
| Amin en sâ tâ bá enghênho, ou Amin sâ tâ bá enghênho, ou En sâ tâ bá enghenho. | Eu vou ao engenho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . |
| Jâ bástâ. Nhú al stâ enfadado. Agóra tioque nu encontra na biblióthéca. | Basta. Deve de estar enfadado. Agora até quando nos encontrarmos na bibliotheca. |
| Nhú acreditan, cum'amigo (ou sima'amigo) qui tâ respêta nhô chéo. | Acredite-me, como amigo, que muito o respeita. |
Carta 2.ª
| Césa.—Pan fartá-bo bontade en tâ scrêbê-bo na nós lingua, na criôlo rachado, qu'en câ sabê si bô tâ entendê-le. | Cesar.—Para vos fazer a vontade eu escrevo-vos na nossa lingua, em creolo fundo, que eu não sei se vós o entendeis. |
| Flan: pâ que bô mestê pâ nû scrêbêbo nês lingua? Bô tenê gána di estudâ si orige, fazê algun gramatica ou dicionare? S'ê pâ algun dês cussa Deus juda-bos; mas dexam fla-bo mê al fazê-bo suâ tioque bu câ podê más, tioque bi seinti... | Dizei-me: para que precisaes de que vos escrevamos n'esta lingua? Tendes desejo de estudar a sua origem, de fazer alguma grammatica ou diccionario? Se é para alguma d'estas cousas, Deus vos ajude, mas sempre vos direi que isso vos fará suar até não poderdes mais, até que o sintaes . . . . . . . . . . . . . . |
| N'ês ija quasi tudo alguên tenê médo di Duco. Duco bu conchê-le? Estan mâ náu. Duco era un préso que staba na calabôs; ê entendê mê câ stába lâ sábe, ê fugi êle cû dôs companheros; ê stâ riba cháda; tâ mátâ cábra, tâ forçâ mujéres, tâ fazê tudo casta di pouca borgonha. Flado mâ Duco manda flâ Henrique d'Olibéra, Puchim, Maia, Bencesláu pâ ês tomâ seintido cú sês bida, pâ ês câ bá fóra, pamóde se encontra cu êles mê tâ matalos. Fazê idéa mó ês al tênê mêdo! | N'esta ilha quasi toda a gente tem medo de Duco: Duco vós conheceil-o? Estou que não. Duco era um preso que estava no calabouço; e entendeu que não estava lá bem; e fugiu com dois companheiros; está em cima da achada; mata cabras, força mulheres, faz toda a casta de pouca vergonha. Diz-se (fallado) que Duco manda dizer a Henrique de Oliveira, Puchim, Maia, Wenceslau para que estes tomem sentido com a sua vida, para estes não irem fóra, poisque se se encontra com elles que os mata. Fazei idéa, como estes terão medo! |
| P. si bida ê dentro cartore; ê stâ magro sima alguên tisgo; ê flâ mâ só bo que sâ tâ fazê-le falta; ê mandá-bo mantenha chéo. | Paulo a sua vida é dentro do cartorio, elle está magro assim como um tisico; diz que sois vós que lhe tendes feito falta; elle manda-vos muitas recommendações. |
| Ti outr'ora; en câ ten mâs tempo. Bo armun, etc. | Até outra occasião; eu não tenho mais tempo. Vosso irmão, etc. |
Carta 3.ª
| Nha estimado armun. En rêcêbê carta di nhô, qu'in fica munto contente con êl, e pan fazê nhô bontade en tâ cumçâ screbê nhô na criôlo. Primêro nobidade qu'in tâ dâ nhô ê cumâ C. mâ tâ recitâ quês berços di dôda de Albano na criôlo e ê ta cunçal sin: | Meu estimado irmão. Eu recebi carta do senhor, que eu fico muito contente com ella, e para fazer ao senhor vontade eu começo a escrever ao senhor em creolo. Primeira novidade que eu dou ao senhor é que C. recita aquelles versos da doida de Albano em creolo, e começa assim: |
| Benca li nha fijo sucuta: | Vem cá meu filho escuta: |
| Bê ê amigo di bu mái? | És amigo de tua mãe? |
| Bé! nha mái, e que pergunta ê ês? | Bem, minha mãe, e que pergunta é essa? |
| Pôs bên, sima bu ojá ês carnuja carnugado, ferucho feruchado ê sangue di bu pai; i bu tâ juran cumâ bu ta bingal? | Pois bem, assim como tu vês este ferro enferrujado é sangue de teu pae, e tu juras-me como o vingas? |
| En tâ jura! | Eu juro! |
| Ampôz ê Ricardo pai di Maria, qui matâ bu pai! | Pois é Ricardo, pae de Maria, que matou teu pae! |
| Bé! mamái! Pai di Maria en câ podê matal, pamóde Maria stan dente nha côraçon. | Bé! mamã! Pae de Maria eu não posso matal-o, porque Maria está dentro de meu coração. |
| E assim cú munto cuza, mas qu'in câ sabê, e por isso en câ tâ pon. Quen qui costumá tanbê recital ê Brito e mas Quinquim. | E assim com muita cousa, mas que eu não sei, e por isso eu não ponho. Quem aqui tambem costuma recital-os é Brito e mais Joaquim. |
| En pidi nhô di fabôr pá nhú mandan quêl dicionare; en pedi té na português, gora en tâ biral na criôlo. Quê pâ fabur câ nhú desquecê. En tâ, cába ês carta pan porgunta nhô s'ê pêrciso escrêbê nhô en criôlo na tudo bapor, ou náo. | Eu pedi ao senhor o favor de mandar-me aquelle diccionario; eu pedi em portuguez, agora eu traduzo (viro) em creolo. Queira por favor não se esquecer. Eu acabo esta carta por perguntar ao senhor se é preciso escrever ao senhor emcreolo por todos os vapores ou não. |
| Nhu adés, nhú dán tudo alguen mantênha chéo. Tudo ghentes di casa tâ mandâ nhô mantenha chéo. |
Phrases diversas
| Mâ nhu stâ? ou Mâ nhu pássâ? | Como está? ou como passa? |
| Cômmôdádo, nhô mâ nhu sa ta pássâ? | Bom, e o sr. como tem passado? |
| Mâ ba ghentes tudo dinhô? ou Móde ghentes tudo di nhô stâ? | Como estão todos os seus? |
| Tudo stâ bon, graças a Déus. | Todos estão bons, graças a Deus. |
| Jâ dura qui en ca ôjâ nhô; Unde nhu staba? ou Unde nhu tên stado? | Ha muito tempo que o não vejo, onde tem estado? |
| Mi en stába la na Orgôn, ou En tên stâdo la na Orgôn. | Eu estava nos Orgãos, ou eu tenho estado nos Orgãos. |
| Cuz'é ou Cuss'ê nhu bá fazêba lâ? | O que foi lá fazer? |
| En bába oja (ou en bá ojába) un nhâ parente, qui stába doente. | Fui ver uma parenta minha que estava doente. |
| ¿Quênhê, tia di nhô, nhâ Maria? ¿Cuss'ê qu'ê tênba? | Quem?
a sua tia, a sr.a Maria? O que tinha ella? |
| E tênba dór na péto, ou, ê ta quexaba di dór na péto. | Tinha dores no peito, ou queixava-se de dores no peito. |
| Ê jâ stâ milhor? | Já está melhor? |
| En dêxal um pouco milhor, ou, En dêxal más cômôdádo un pouco. | Deixei-a um pouco melhor. |
| Púndo nhu sâ tâ bai? (gossi-n). | Para onde vae agora? |
| En sâ tâ bai Praia. | Vou á Praia. |
| I mi en sâ tâ bai (ou bá) Tarrafal ou Tarfal. | E eu vou para o Tarrafal. |
| Anton nhu tên qui anda chêo inda. | Então tem de andar ainda muito. |
| Qui horas ê gossin? ou Canto hora jâ dâ? | Quantas horas são? |
| Já stâ pâ dôs hora. | Devem ser duas horas. |
| Dêxam bai, tioque nu torna ojá. | Deixe-me ir, até quando nos tornarmos a ver. |
| Nhu adés. (adés). | Adeus. |
| F.
En tâ pidi bo pâ bo escrêbên um
carta na criôlo, mas num criôlo
bêrdadêro. Bu al acha galante ês pidido; mas oc bu sabê ê pâ cuzé, bu al ficá conténte. Gossin en câ podê flábo ê pâ que fin, pamóde en câ tên ténpo. | F. Peço-te que me escrevas uma carta em creolo, mas em um creolo verdadeiro (puro). Has de achar exquisito (extravagante) este pedido, mas quando souberes para que é, ficarás satisfeito. Agora (n'esta occasião) não posso dizer-te para que fim é, porque não tenho tempo. |
| Câ bu squêcê, ¿já bu oubí? | Não te esqueças, ouviste? |
| Bo armun amigo. | Teu irmão, amigo. |
| Jâ bu râcêbê nha carta qui en scrêbê-bo na criôlo? Respondên e e mandâ flan mode ghentes tudo stâ. | Já recebeste a minha carta que te escrevi em crioulo? Responde-me e manda dizer-me como estão todos. |
| Titia jâ stâ mijór di si dismaios? Nha Dóna di nha Lucía inda câ cômôda? | A tia já está melhor dos seus desmaios? A nha Dona da Luzia ainda não está boa? |
| Logo qui[1] bu rêcêbê ês carta, bu ta manda chôma Roque, e bu ta flal cumâ en rêcêbê si carta, e su xinti chêo di más, di máo tratos, qui scribons sâ tâ dal. | Logo que receberes esta carta mandarás chamar o Roque, e lhe dirás que recebi a carta d'elle, e senti bastante dos maus tratos, que os escrivães lhe têem dado. |
| Comâ gossin en câ podê fazel náda, e pâ ê spêra tioque en boltâ C. Berde; e anton en tâ oja, si algun cuza en tâ podê alcança na si fabôr. | Que agora nada lhe posso fazer, e que espere até (quando) eu voltar a Cabo Verde, e verei então se alguma cousa posso alcançar em seu favor. |
Adivinhações
| 1. Xintido. | Mi li, mi lá. |
| 2. Porco. | Mungo mungo tâ ba rúbera. |
| 3. Chúba na banána. | Ráque-ráque na pedragál. |
| 4. Ê un home que mátâ un buro, pamóde um pé de coube. | Curupíu de dâs pé mátâ curúpíu de quato pé, sob curupiu de um pé. |
| 5. Ê ôjo. | In tên nhâ dôs fijo na janélla nium câ tâ ôjâ companhêro. |
| 6. Falla. | In tên nhâ fijo in tâ mandal dento chuba ê câ tâ môjâ. |
| 7. Máma di cadêra. | In tên nhâ dôs fijo tâ córê tudo córê, nium câ tâ pássâ companhêro. |
| 8. Oréja. | In tên nhâ figuêrinha na pónta di rócha, tâ queí, câ tâ queí. |
| 9. Sónbra. | In córê ín câ pêga, in xinta in pêga. |
| 10. Bôca cú dente. | In tên nhâ pucarínha cheio d'ôsso. |
| 11. Tripiche. | Chôro na cassa di riba, batuque na cassa di baxo. |
| 12. Pánno. | Nôte di cumprido, di dia di trabêsado. |
| 13. Caldêron. | Ê tên pé ê câ tâ ánda ê tên aça ê câ tâ buâ. |
| 14. Arco d'abêja. | Jôn di Pico, Manél d'Orgôn, sê câ súbi ê al trabêssa. |
| 15. Pedra fôgôn. | In tên três préto; si ún câ stâ, quêlouto dôs câ tâ sirbi. |
| 16. Óbo. | Radondête indête que não tem tapo nem tôpête. |
| 17. Anzol:—ê tâ lêba isca mórto, ê tâ tarcê pexe | Préto côrcôbádo que tâ lêba mórto, tâ trâzê bibo. |
| 18. Póte. | Ê bá dêtado, ê bên sâquédo. |
| 19. Estréla na Céo. | In tên nha cúrál di cábra, nôte pâ manheê nium. |
| 20. Máma de báca. | Nha quato bôli bóca pâ báxo lête câ tâ lánça. |
| 21. Estrubado. | Nhâ boi tâ bônba lâ na Tarafál, in tâ oubi li. |
| 22. Mandioca. | Ríquití pé béjo fésta quê câ chiga, ê câ sabe. |
| 23. Morte. | In bai pân cá bên más. |
| 24. Calbicêra. | Albo cú mâ albâiáda, verde mâ vêrdête, tên côr di rabu de sancho, mas ê câ êl. |
| 25. Caminho. | Un hóme grande sin sónbra. |
| 26. Fumo. | Nha cabállo dento cóma na rua. |
| 27. Sino. | Sin câ pêga nha boi rábo ê câ tâ bônba. |
| 28. E côco cú si pája, cu cumida, cu ágo. | In tên un caza di pája dento quêl caza di pája in tên un caza branca, dento caza branca in tên un fonte d'ágo. |
| 29. Cruz na cháda. | In tên nha báca na cháda, in câ tâ dâ pája, in câ tâ dé ágo, tudo alghên qui páçâ ta botan el um mô de pája. |
| 30. Nabíu. | In tên un óme grande na mê di mar, s'ê câ bento ê câ tâ anda. |
Observações phoneticas
Observações morphologicas
| es
dos
foja. tres preto. mujer, mujeres. | estas
duas folhas. tres pretos. mulher, mulheres. |
| Ês
home. Ês mujer. Ês homes. Ês mujeres. | Este
homem. Esta mulher. Estes homens. Estas mulheres. |
| Quel
rapaz. Quel rapariga. Quels (ou quel) rapaz. Quels (ou quel) raparigas. | Aquelle
rapaz. Aquella rapariga. Aquelles rapazes. Aquellas raparigas. |
| Singular: | En,
in, mi -n Bu (abó) Di bó -bo Ê -l nhô êl, -le | eu -me tu de ti -te elle lhe lhe (vos) o | Plural: | Nós,
nu -no Nhô, nhôs nhô Ês -ls | nós -nos vós vos elles lhes |
| Quên
qui dan (dâ-n)
el. Quên qui dá-bo el. Quên qui dá-nhô el. Quên qui dá-no el. Quên qui dá nhô el. Quên qui dals (da-ls) el. Bu tâ entendêle. En tâ jural. | Quem
m'a deu. Quem t'a deu. Quem lh'a deu. Quem nol'a deu. Quem vol'a deu. Quem lh'a deu. Tu entendel-o. Eu o juro. |
| Nha
caballo. Nha caballos. Nha egua. Nha eguas. Ês caballo ê di men. Ês caballos ê di men. Ês egua ê di men. Ês eguas é di men. | O
meu cavallo. Os meus cavallos. A minha egua. As minhas eguas. Este cavallo é meu. Estes cavallos são meus. Esta egua é minha. Estas eguas são minhas. |
| Bu
cavallo. Bu cavallos. Bu egua. Bu eguas. Ês caballo ê di bó. Ês egua ê di bó. | O
teu cavallo. Os teus cavallos. A tua egua. As tuas eguas. Este cavallo é teu. [Esta egua é tua.] |
| Si
caballo, sês
caballo. Caballo di nhô ou nhâ. Ês caballo ê di nhô. | O
seu cavallo, o cavallo d'elle. O seu (vosso) cavallo. Este cavallo é vosso, seu. |
| Nós
boi. Nós báca. Ês boi ou ês báca ê di nós. | O
nosso boi. A nossa vaca. Este boi ou esta vaca é vosso, vossa. |
| Si
caballo, sês
caballo. Ês caballo ê di sês, d'êls ou d'ês. | O
seu cavallo (d'elles). Este cavallo é seu (d'elles). |
Ser (sér)
Indicativo
| Presente | Perfeito composto | ||
| Miê Bu, abo ou abo buê Êlê Nós, nos nuê Êsê | Eusou Tu és Elle é Nós somos Elles são | Eutensido Bu tensido Êl, ê tensido Nos, nu, tensido Ês tênsido | Eutenho sido Tu tens sido Elle tem sido Nós temos sido Elles têem sido |
| Imperfeito e perfeito | Futuro | ||
| Miera Bu etc.era Êl era Nós era Ês era | Euera Tu eras Elle era Nós eramos Elles eram | Enalser Bu alser Êl alser Nu alser Ês alser | Euserei Tu serás Elle será Nós seremos Elles serão |
Condicional
| En
tâ
sérba Bu tâ serba Ê tâ sérba Nu tâ sérba Ês tên de ser | Eu
seria Tu serias Elle seria Nós seriamos Elles seriam |
Subjunctivo
| Presente | Imperfeito | ||
| Enser Buser Êser Nuser Êsser | Euseja Tu sejas Elle seja Nós sejamos Elles sejam | Miera Bu era Êl, ê era Nu era Ês era | Eufosse Tu fosses Elle fosse Nós fossemos Elles fossem |
Futuro composto
| In
ten de
ser Bu ten de ser El, ê ten de ser Nos, nu ten de ser Ês ten de ser. | Eu
tiver de ser Tu tiveres de ser Elle tiver de ser Nós tivermos de ser Elles tiverem de ser |
Imperativo
| Ser | Sê tu | Nhu ser | Sede vós |
Haver
Ten (ter)
Stá (estar)
Verbos não auxiliares
Observações lexiologicas
Nomes hypocoristicos ou nomes de casa
| Baca. | Lourenço. | Jéjé. | José. |
| Balanta. | Valentim. | Faia. | Raphael. |
| Banda. | Domingos. | Fan. | Estephania. |
| Barujo. | Vicente. | Fina. | Josephina. |
| Beba. | Genoveva. | Fita. | Antonio. |
| Bebé. | Bernabé. | Fonfon. | Affonso. |
| Beto. | Alberto. | Fronha. | Luiza. |
| Beto. | Roberto. | Gena. | Eugenia. |
| Bibina. | Balbina. | Gruida. | Margarida. |
| Bina. | Etelvina. | Ia. | Maria. |
| Bocha. | Ambrosio. | Lela. | Magdalena. |
| Bomba. Bombina. | Anna. | Lelencha. | Florencia. |
| Caella. | Michaela. | Lelencho. | Florencio. |
| Caixa. | Nicolau. | Lena. | Helena. |
| Cote. | Torquato. | Lorma. | Jeronymo. |
| Chalino. | Marcellino. | Lota. | Izabel. |
| Chamara. | Maximiana. | Maja. | Luiz. |
| Chamaro. | Maximiano. | Mana. | Germana. |
| Chana. | Sebastiana. | Mano. | Germano. |
| Chana. | Luciana. | Maral. | Pedro. |
| Chanchane. | Alexandre. | Mongido. | Hermenegildo. |
| Chéché. | José. | Motas. | Thimotheo. |
| Chella. | Marcella. | Munda. | Raymundo. |
| Chello. | Marcello. | Nhaba. | Filippe. |
| Chencho. | Innocencio. | Nico. | Manuel. |
| Chicha. | Narcisa. | Oiro. | Miguel. |
| Chichi. | Cecilia. | Pelico. | Polycarpo. |
| Chica. | Francisca. | Penha. | Gregorio. |
| Chico. | Francisco. | Pomba. | Ignez. |
| Chimí. | Cazimiro. | Potâ. | Hippolyto. |
| China. | Filippe. | Queta. | Henriqueta. |
| Choga. | Chrysostomo. | Quinquina. | Joaquina. |
| Choncha. | Sebastião. | Ramal. | Antonio. |
| Chubanta. | Martha. | Roda. | Andreza. |
| Chumpa. | Paula. | Ronda. | Agostinho. |
| Cobra. | Francisco. | Supro. | Cypriano. |
| Coco. | Simoa. | Tancha. Tantancha. | Constança. |
| Coima. | Paulo. | Tantana. | Victoriana. |
| Colaça. | Nicolaça. | Tantano. | Victoriano. |
| Cuna. | Joaquina. | Tatacha. | Anastacia. |
| Dada. | Felicidade. | Tatacho. | Anastacio. |
| Damás. | Damasio. | Tetêa. | Dorothea. |
| Delba. | Amaro. | Têtês. | Matheus. |
| Dico. | Frederico. | Tilia. | Mathilde. |
| Didi. | Claudina. | Tinho. | Martinho. |
| Dindino. | Bernardino. | Tino. | Faustino. |
| Dique. | Henrique. | Tintim. | Valentim. |
| Doca. | Theodora. | Tintina. | Catharina. |
| Doco. | Theodoro. | Tólo. | Bartholomeu. |
| Doli. | Isidoro. | Touco. | Victor. |
| Doria. | André. | Tuda. | Gertrudes. |
| Dunda. | Domingos. |
Formação por apherese
| Caela | de | Michaela. | Mano | de | Germano |
| Colaça | » | Nicolaça. | Queta | » | Henriqueta. |
| Fina | » | Josephina. | Tinho | » | Martinho. |
| Lena | » | Helena. | Tino | » | Faustino. |
| Ia | de | Maria |
| Cate | de | Tor-quato. | Mota-s | de | Ti-motheo. |
| Dada | » | Felici-dade. | Munda | » | Raymundo. |
| Gena | » | Eu-genia. |
| Fan | de | Este-phania |
| Tólo | de | Bartholo-meu |
| Cuna | de | *Quina | de | Joa-quina. |
| Beto | de | *Berto | de | Al-berto. |
| Beto | » | *Berto | » | Ro-berto. |
| Dico | » | *Drico | » | Fre-drico, Frederico. |
| Guida | » | *Grida | » | Mar-grida, Margarida. |
| Tuda | » | *Trudes | » | Ger-trudes. |
| Beba | de | *Veva | de | Genoveva. |
| Bina | » | *Vina | » | Etel-vina. |
| Chicha | de | *Cisa | de | Nar-cisa. |
| Chello | » | *Cello | » | Mar-cello. |
| Tancha | » | *Tança | » | Cons-tança. |
| Bocha | de | *Brosio | de | Am-brosio. |
| Chana | » | *Ciana | » | Lu-ciana. |
| Chencho | » | *Cencio | » | Inno-cencio. |
| Chana | » | *Tiana | » | Sebas-tiana. |
| Chalino | de | *Cellino | de | Mar-cellino. |
| Chico | de | *Cisco | de | Francisco. |
| Tilia | de | *Tilde | de | Ma-thilde. |
| Mongido (Mengido) | de | *Menegildo | de | Hermenegildo. |
| Lorma | de | *Ron(y)mo | de | Je-ronymo. |
| Doli | de | *Doro | de | Isi-doro. |
| Dique | de | *Rique | de | Henrique |
| Chamáro | de | *Chimiano | de | Ma-ximiano. |
| Lela | de | *Lena | de | Magda-lena. |
| Doca | de | *Dora | de | Theo-dora. |
| Chimí | de | *Zimí | de | Ca-zimiro. |
| a) | Bibina | de | *Bina | de | Bal-bina. |
| Chanchane | » | *Chane (Chandre) | » | Alexandre. | |
| Dindino | » | *Dino | » | Bernar-dino. | |
| Lelencho | » | *Lencho (Rencho) | » | Flo-rencio. | |
| Tantancha | » | *Tancha | » | Constança. | |
| Tatacho | » | *Tacho | » | Anas-tacio. | |
| Tetea | » | *Tea | » | Doro-thea. | |
| Tetés | » | *Tés (Teus) | » | Ma-theus. | |
| b) | Bebé | » | *Bé | » | Berna-bé. |
| Chéché | » | *Ché | » | José. | |
| Jéjé | » | *Jé | » | José. | |
| Quimquim | » | *Quim | » | Joa-quim. | |
| Tintim | » | *Tim | » | Valen-tim. |
| Didi | de | *Di (Dina) | de | Clau-dina. |
| Fonfon | » | *Fon (Fonso) | » | A-fonso. |
| Chichi | » | *Chi (Chilia) | » | Ce-cilia. |
| Tantano | de | Tano (Trano, Triano, Toriano) | de | Vic-toriano. |
| Tintina | » | Tina (Trina, Tarina) | » | Ca-tharina. |
Formação por apocope (sem apherese)
| Balánta | de | Valentim. |
| Pelíco | » | Policarpo. |
| Supro | » | Cypriano. |
| Κλητος | por | Ανάκλητος |
| Στασοῦλα | de | 'Ανα-στασίη | , | suf. οῦλα |
| Σταθακης | de | Εὐ-στάθυος | , | suf. ακη |
| 'Αλεξᾶς | de | 'Αλέξανδρος | 'Αλεξᾶς | de | 'Αλέξανδρος |
| 'Αρτεμᾶς | » | Αρτεμίδωρος | Μηνᾶς | » | Μηνόδωρος |
| Επαφρᾶς | » | Επαφρόδειτος | Νικανδᾶς | » | Νικανδρίδας |
| Ζηνᾶς | » | Ζηνόδωρος | Ολυμπᾶς | » | Ολυμπιόδωρος |
| Κλεόπας | » | Κλεόπατρος | Παρμενᾶς | » | ΠαρμενίδηςouΠαρμενίσκος |
| Κλεοφᾶς | » | Κλεόφαντος | |||
| Λουκᾶς | » | Λουκανός | Σιλᾶς | » | Σιλουανός |
| Chris | de | Chrístian | de | Christiánus. |
| Clem | » | Clemént | » | Cleméntius. |
| Dan | » | Dániel | » | Daniél. |
| Tom | » | Thómas | » | Thomás (Θωμάς). |
| Greg | » | Grégory | » | Gregórius. |
| Cutts | de | Cuth-bert. |
| Edes | » | Ed-ward. |
| Watts | de | Walter | , | Gibbs | de | Gilbert. |
| Dick | de | Richard | , | Dobbs | de | Robert. |
| Faro | por | Burgundofaro. | Bruna | por | Brunihildís. |
| Giso | » | Wartgis. | Euva | » | Evarix. |
| Offa | » | Ceolwulf. | Hrode | » | Hruodolf. |
| Prandus | » | Rotprandus. | Sunna | » | Suanilda. |
| Uffo | » | Liudulfus. | Tado | » | Tadelbertus. |
| Godi-ko | de | *Gode | por | Gode-fredus. |
| Ghise-ke | » | *Gise | » | Gise-lbertus. |
| Ghere-ke | » | *Ghere | » | Gere-hardus. |
| Albi-so | » | *Albe | » | Albe-ricus. |
| Gisle-zo | » | *Gisel | » | Gisel-bertus. |
| Berti-nus | » | *Bert | » | Bert-randus. |
| Feli-nus | » | *Fel | » | Fel-mirus. |
| Bastien | de | Sebastien. | Guste | de | Auguste. |
| Billon | » | Barbillon. | Livet | » | Olivet. |
| Briel | » | Gabriel. | Mancet | » | Clémencet. |
| Brois | » | Ambrois, Ambroise. | Mas | » | Thomas. |
| Colas | » | Nicolas. | Maury | » | Amaury. |
| Cot | » | Jacot. | Nardon | » | Bernardon. |
| Delle | » | Adèle. | Pin | » | Chopin. |
| Fan | » | Stephan. | Pold | » | Léopold. |
| Fonce, Fons | » | Alphonse. | Randal | » | Durandal. |
| Gelle | » | Angèle. | Sandre | » | Alexandre. |
| Gory | » | Grégory. | Thézard | » | Balthazar. |
| Hippeau | » | Philippeau. | Vestris | » | Silvestre. |
2. Creolo de S. Thomé
| Sã Ma Plantá, | Senhora Maria da Apresentação, |
| Sã Ma jabo, | Senhora Maria diabo, |
| Floli blavo, | Flor brava, |
| Bujungá. | Bujungá (nome indigena) |
| Neni d'òlo, | Annel d'oiro |
| Cun mimoia | C'om argolas (memoria); |
| Sâ za estoia, | Isto é historia, |
| Sã zetá. | Senhora rejeitar, |
| Lenço seda | Lenço de seda |
| C'uma saia, | C'uma saia |
| Mé lagaia, | ? |
| Sã zetá | Senhora rejeitar. |
| Sã Ma Plantá. | Senhora Maria da Apresentação. |
3. Creolo da Ilha de Sant'Iago
(archipelago de Cabo Verde)
| Nho | Dótore. |
| Senhor | doutor. |
| Mi | ten | sódadi | cheu | di nho Dótore, | a má | di nha Dóna L. |
| Eu | tenho | saudades | muitas | do sr. doutor | e mais | da sr.a Dona |
| Mi manda | mantenha, | cheu, | cheu, | cheu. |
| Eu mando | recommendações, | muitas, | muitas, | muitas. |
| Mi a má | Seyton | nu | está | desamparados | cheios di | sódadi |
| Eu e mais | o Seyton | nós | estamos | desamparados | cheios de | saudades |
| Nha Sinhára | manda | mantenha | cheu | tambê | A. cu J. |
| A minha senhora | manda | recommendações | muitas | tambem | A. e J. |
| Está | magro | tóraqui | piscóço | já sae fora. |
| Estão | magros | até que (até o ponto) | pescoço | já sae fóra. |
(Isto é: está demasiadamente magro).
| Agora | qui já mi sabê cusa | qui é | falta | di nho Dotore. Deos |
| Agora | que já eu sei cousa | que é | a falta | do sr. doutor. Deus |
| al judan | qui in torna, | olhá nho. |
| ha de permittir-me | que eu torne | a ver sr. |
| Mi | está | na casa di | nha | Sinhára, mas en | stá | cu | muito |
| Eu | estou | na casa de | minha | senhora, mas eu | estou | com | muitas, |
| muito | sódadi | di nhos | tudo | dós. |
| muitas | saudades | dos srs. | ambos | dois. |
| Mi | é | quel creada | di nhós | qui tâ | chomado | Maria. |
| Eu | sou | a creada | dos srs. | que se | chama | Maria. |
4. Creolo da Guiné portugueza
De la langue, créole de la Guinée portugaise. (Notes sur la Guinée portugaise ou Sénégambie méridionale, par M. Bertrand-Bocandé). Bulletin de la Société de Géographie de Paris, 3e série, t. XII. 73-77 (1849 juillet et août):
5. O portuguez no Brazil
Mariquinhas morreu hoje,
Hoje mesmo s'éntirou:
Sobre a sua sipultura
Nasceu um pé de firô (flor).
1. Cantiga de pretos
Qui é queli santo
Qui vai no andô?
É San Binidito
É nosso sinhô.
Chi, cha.
2. Cantiga dos cururueiros de Matto-grosso
Em cima d'aquelle morro
Siá dona
Tem um pé de jatobá.
Não ha nada mais pió
Ai, siá dona,
Do que um home se casá.
3. Desafio dos cururueiros
| homem | Eu passei o Parnahyba, Navegando numa barça, Os peccados vem da saia, Mas não pode vir da carça. | mulher | Dizem que a muyé éfarça Tão farça como papé, Mas quem vendeu Jesus Christo. home, não foi muyé. |
4. | 7. | ||
| Quando mozo vai ni rua, Camiza cheia di renda. Quitanda sei a qui reva: Por fóça que acha venda. | Zi eu vi, ũabaráta No capóte di vóvó, Quando eu fui prá pegálla Báteu ázas e vóó. | ||
5. | 8. | ||
| Zi criorinha dim Ba'ía. Za não come bacai'ao; Come só óvátáfá Cucu, farinha di páo. | MinhaAvó quando é di noite Custumava-se a banhá, Quando entra na gaméra Começa rogo a chorá...! | ||
6. | 9. | ||
| Zi criorinha dim Ba'ía Quando vai lává ó má, Deixáram as água turva, Sendo ellas um cristá. | Zi um gustinholhe quero dá Dá minha bunda quábráda Québra a bunda, mexe bunda Québra a bunda de Sinhá. | ||
| |||
10. | |||
O negratráscafé, chá epão torrado, | |||
11. | 15. | ||
| Minha mulatinha, Meu muracujá A maré é boa, Vamous embarcá Á beira do rio, Á borda do má: Eu sou artilheiro Que sei atirá. Peixinho do rio, Camarão do má: Minha mulatinha Diz-me o teu nome. —Eu mi chamo botão Do calção do home. | Sô Manédiz que não qué Que o rato caia no mé, As alegria dos Cabanos É matá os pápa mé. Olé!Olé! | ||
16. | |||
| Esta vai por despedida Por dentro d'esta liminha. Ora viva Sinhá Dona Sinhá Insolencia Zephina. | |||
12. | Marca o passo,moça, barabos! | ||
| —Chiáu,órapariga! —Que pede, ó sinhó! —Chiáu quer vir cumigo? —Sen surda, sinhó, —Chiaú, eu do dinheiro, —Percebo, sinhó. —Então, ven ja cumigo. —Já, já, vou, sinhó. | 17. | ||
| Minha caboca bónita Sapateia no tijolo, Que a barra do teu vestido É prata e parece ouro. | |||
13. | 18. | ||
| —Minha gentenão inore Este meu cantar baixão! Estou com o peito cerrado. D'um marvado catarrão. —Senhô mestre cantadô, Ai que me mandou cantá, Quero que me dê por conta Ai os peixe que tem no má. Ai os peixe que tem no má Carrego no meu chapéo, Ai quero que me dê por conta. Ai as estrellas que tem no céo. —Você me mandou cantá Ai pensando que eu não sabia, Eu não sou cumo a cigarra Que no cantá leva o dia. | Ai a viola está com fóme E a prima está c'uma dô, Minha gente venhão vê Que bahiano gemedô. | ||
19. | |||
| Diga lá, Senhó Doutô, Que aprendeu a lussophia, Qual é a ave que avôa E que dá leite quando cria? | |||
20. | |||
14. | Por favô, Senhô doutô, Me adecifre esta conta Vinte e cinco guardanapos Com dois gintem em cada ponta? | ||
| Ai! sô mestre cardereiro Metta a mão na mêladura, Que a canna do Lavradô Só que dá é rapadura. | Sim senhô, eu advinho Sem fartá nem um dé réis, Doze pátacas e meia Vem a ser quatro mim réis. | ||
6. Dialecto portuguez de Ceylão ou indo-portuguez
O sermão riba do Montanha
Ne Evangelho de São Matheus
Capitulo V [4]
Capitulo VI
Capitulo VII
7. O dialecto portuguez de Malaca
8. Dialecto macaista
Carta de Siára Pancha a Nhim Miquela
Macáo 3 de janero de 1865.
«Minha querida Miquéla.
Vosso chacha
Pancha.
Carta de tia Paschoela á sua sobrinha Florencia
Macáo, 5 de otubro de 1869.
Minha Querida Chencha.
Vosso tia e amiga
Pascoela.
9. Appendix:
(Indo Gonçalo seu caminho, apartando-se do Clerigo, topa hum Negro grande ladrão, e entra cantando buscando hum mulato: e diz Gonçalo, depois de cantar o Negro:)
| gonç. | Dize, negro, es dacôrte? | gonç. | Maistredor era orascote Que m'a mim furtou a lebre. |
| neg. | Qu'esso? | ||
| gonç. | S'es dacôrte? | neg. | Qu'hequesso que tefurtai? |
| neg. | Ja a miforro, nam sa cativo. Boso conhece Maracote? Corregidor Tibão he, Elle comprai mi primeiro; Quando já paga a rinheiro, Daita a mi fero na pé. He masa tredora aquelle, Aramá que te ero Maracote. | gonç | Hũa lebre demeu pae, De meu cunhado huns capões, E marmelos e limões; Abonda tudo lá vai. |
| neg. | Jesu,Jesu, Deoso consabrado! Aramá tanta ladrão! Jesu! Jesu! hum caralasão: Furunando sá sapantado. Jesu! cralasam. |
Pato nosso santo paceto ranho tu e figo valente tu e cinco sego, salva tera pão nosso quanto dão dá noves caro he debrite noses ja libro nosso gallo. Amen Jeju, Jeju, Jeju.
| Sa pantaro Furunando. Dize, rogo-te, fallai: Conhece tu que furtai? Porque tu nam bruguntando? | Grande canseira: Firalgo sôlto, canseira; Chovere muto, canseira; Não póde chovere, canseira: | ||
| gonç. | Perguntarei por meu pae. | Muito filho, canseira; | |
| neg. | Cal-te:
Deoso cima sai, Que furtai ere oiai. Deoso nunca vai dormi, Sempre abre oio assi, Tamanha tu sapantai. Guarda mar esso mal, E senhora Prito santo. Nunca rirá homem branco Furunando furta real. Não sabe mi essa careira: Para que? para comê? Muto comê muto bebê Turo turo sa canseira. | Nunca pariro
canseira; Papa na Roma canseira; Essa ratinho, canseira; Não vamo paraiso, grande canseira; Vira reza mundo turo turo he Canseira. Mi nam falla zombaria. Pos para que furtai? Que riabo sempreza! Abre oio turo ria. Mi busca mulato bai. Ficar abora, ratinho. | |
| Vira mundo turo
canseira: Senhor grande, canseira; Home prove, canseira; Muiere fermoso, canseira; Muiere feio, canseira; Negro cativo, canseira; Senhoro de negro, canseira; Vai missa, canseira; Prégação longo, canseira; Crerigo nam tem muiere, canseira; Crerigo tem muiere, canseira; | gonç. | Eu
aguardo meu
padrinho, Que va comigo a meu pae. Eu vou ao rio perem, Porque hei sêde e beberei, E sicais que nadarei Emquanto o clerigo vem. Leixarei o chapeirão Mettido nesta mouteira, E o cinto e esmoleira, Porque lá logo o verão, Não me aqueça outra tal feira. |
(Espreita o negro como Gonçalo esconde o chapeirão e o al, e tanto que se vai entra dizendo:)
| neg. | A mi abre oio e ve Ratinho tira besiro: Ere dexa aqui condiro: Não sei onde elle mettê. Senhora Santo Francico, Santa Antonia, San Furunando! Pois mi ha d'andar buscando, E levare elle na bico O servo Santa Maria. |
Sabe a regina Matho misercoroda nutra d'hum cego savel até que vamos. A oxulo filho d'egoa alto soso peamos ja mentes ja frentes vinagre qu'elle quebrárão em balde ja ergo a quante nossa ha ilhos tue busca cordas oculos nosso convento e geju com muito fruta ventre tu ja tremes ja pias. Seuro santa Maria dinhero me lá darão he ve esa carta da me mucho que furte cantara Furunando.
| Ei-lo
aqui sa! Deoso
graça. Graça Deoso esse he capote; Nunca dexa aqui palote: Ratinho, quem te forcasse! Aramá que te ero villão! Que palote saba sam, Barete também bo era. Mi cansai e á deradera A mior fica sua mão. Vejamos bolsa que tem: Hum pente para que bo? Tres ceitil sa qui so: Ratinho nunca bitem. O riabo ladarão! Corpo re reos consabrado! Essa villão murgurado Sa masa prove que cão. Quando bolsa mi achase Fernão d'Alvaro, esse si; Nunca pente sa alli. Ah reos! quem te furtasse Bolsa, Nuna Ribeiro! Home bai busca rinheiro: A toro ere rise: Ja rinheiro feito he. Aramá que tu ero gaiteiro! Fernão d'Alvaro m'acontenta; Elle nunca risse nam. Logo chama ca crivam, —Crivaninhae esormenta; Toma rinheiro, vas embora. Boso, home de bem, que buscae? —Mi da cureiro agarba sae. —Boso que buscai corte agora? —Buscae a Rei jam João, Paga minha casaramento. —Dá ca, moso, trae esormento; Crivaninhae boso, crivão: Home, tomae hum dos quatro sete: | Vas embora turo turo. Sua rinheiro sa segura, Mioro que elle promete. Marco Estevez moladeiro. Elle rise: Santa Maria! Rinheiro boso queria? Bai bai dormir paieiro.— Boso que pedir, muieiro? —Tanta filho mi tem qui... —Quem manda boso pari, Boso grande parideiro? —Boso seria muito bô: Vaca ne Francico paia; Tenha seis filho e mi so Nam temo comere ni migaia. Elle rise: Que culpo tem a Rei jam João Boso parir como porco, Bai buscai sua pae torto, Que dai a sua fio pão. Velha, que boso querê? —Molla, que a mi pobre sai. Elle rise: Porque boso nan guardai Rinheiro que boso bebê?— Jesu! Jesu! moladeiro Sa riabo aquella home: Quando a mi more da fome Nunca buscai sua rinheiro, Porém graça a Reos, a mi Nunca minga que furtá; Pouco ca, pouco relá, Pouco requi, pouco reli, Grão e grão gallo fartá, Quem furta, home sesuro: E louvar a Reos com turo E senhoro Prito Santo. A mi bai furta emtanto Camisa que sá na muro. |
Gil Vicente, O Clerigo da Beira.
II. DIALECTOS HESPANHOES
1. Creolo de Curaçáo
S. Matheus, cap. V v. t. 12
| 1. | Anto | ora koe Hezoes a | mira toer | e heende | nan | eel a soebi |
| Entonces | hora que Jeus ha | mirar todo | el hombre | — | el a subir |
| o en seroe; deespues | eel a sienta | i soe desipel | nan | a bini |
| a un sierra; despues | el a sentado | y su discipulo | — | ha venido |
| seka dje. |
| cerca del. |
| 2. | I eel | a koemisa | di papia | i di sienja | nan | di ees manera. |
| Y el | ha comenzar | de papiar | y de enseñar | — | de esta manera. |
| 3. | Bieenabeentoera | ta | e pober | nan | na spiritoe, pasoba | reina |
| Bienaventurado | está | el pobre | — | spíritu, por-este-obra | reino |
| di Dioos ta | di | nan. |
| de Dios está | de | — |
| 4. | Bieenabeentoera | ta | ees | nan, | koe ta jora | pasoba | lo |
| Bienaventurado | está | este | —, | que está llorar, | por-este-obra | — |
| nan | bira konsolaa. |
| — | consolado. |
| 5. | Bieenabeentoera | pasifiko | nan, | pasoba | lo | nan | erf | tera. |
| Bienaventurado | pacifico | —, | por-este-obra | — | — | tierra. |
| 6. | Bieenabeentoera | ees | nan, | koe tien | hamber i sedoe | di hoestisij, |
| Bienaventurado | este | —, | que tiene | hambre y sed | de justicia, |
| passoba | lo | nan | no tiene | hamber i sedoe | mas. |
| por-este-obra | — | — | no tiene | hambre y sed | mas. |
| 7. | Bieenabeentoera | ees | nan, | koe tien | mizerikoordia, | pasoba |
| Bienaventurado | este | —, | que tiene | misericordia, | por-este-obra |
| lo | heende | tien | mizerikoordia | koe | nan, |
| — | hombre | tiene | misericordia | con | — |
| 8. | Bieenabeentoera | ees | nan, | koe | ta | liempi di | koerasoon | pasoba |
| Bienaventurado | este | — | que | está | limpio di | coraçon, | por-este-obra |
| lo | nan | mira Dios. |
| — | — | mira Dios, |
| 9. | Bieenabeentoera | ees | nan, | koe ta | perkoera paas, | pasoba |
| Bienaventurado | este | — | que está | procurar paz, | por-este-obra |
| lo | nan | ta | jama | joe | di Dioos. |
| — | — | está | llamado | hijo | de Dios. |
| 10. | Bieenabeentoera | ees | nan, | koe ta | persigido | pa motiboe di |
| Bienaventurado | este | —, | que está | persiguido | por motivo de |
| hoestisji, | pasoba | reina di Dioos | ta | di | nan. |
| justicia, | por-este-obra | reino de Dios | está | de | — |
| 11. | Bosonam | lo | ta | bieenabeentoerado | koe ta | koos | nan | zoendra |
| Vosotro-nan | — | está | bienaventurado | que está | — | — | — |
| i | persigi | bosonan, | i koe ta | koos | pa mi kausa | nan | ganja |
| y | persiguido | vosotro-nan, | y que está | — | por mi causa | — | gañar |
| toer soorto di maloe ariba | bosonan |
| todo suerte de malo arriba | vosotro-nan. |
| 12. | Legra | bosonan | i salta di legria, | pasoba | bosonan |
| Alegrar | vosotro-nan | y saltar de alegria | por-este-obra | vosotro-nan |
| rekompeensa | ta | grandi | deen di Ciëloe; | pasoba | nan | a | persigi |
| recompensa | está | grande | dentro de Cielo; | por-este-obra | — | ha | perseguido |
| di ees | manera e profeet | nan, | koe tabata promee koe | bosonan. |
| de este | manera el profeta | —, | que estaba primero que | vosotro-nan. |
2. Hespanhol fallado nos campos de Buenos-Ayres e Montevideu
III. DIALECTOS FRANCESES
1. Creolo da ilha Mauricio
2. Creolo da Luisiana
| Ein joie, dan tan lé zot foi, Compair Bouki couri dîné côté so ouasin Compaire Lapin. Compair Lapîn té pa gagné ein goute do lo pou boi. Ça fé Compair Bouki di com à Compair Lapin; | Un jour, au temps d'autre fois, Bouc alla dîner chez son voisin, compère Lapin. Compère Lapin n'avait pas une goutte d'eau à boire. Alors compère Bouc dit comme ça à compère Lapin: |
| —Mouen non pli, mo pa gagné do lo; si to olé vini padna, no va fouyé ein pi. | —Moi non plus, je n'ai pas d'eau; si tu veux venir par là, nous allons creuser un puits. |
| Compair Lapin soucouyé so la tête: | Compère Lapin secoua la tête: |
| —Non! Compair Bouki; gran bon matin, mo boi la rosé on zerbe; dan jou, kan mo souaf, ma boi dan piste la ouach. | —Non compère Bouc; le bon matin je bois la rosée sur l'herbe et dans le jour, quand j'ai soif, je bois dans la piste de la vache. Alors compèreBouc fouilla son puits tout seul. |
| Ça fé Compair Bouki fouyé so pi li tou sel. Apé li té fouyé pi là, kan li couri charché so do lo bon matin, li ouâ trace Compair Lapin au ra so pi. Li graté so la tête et li jonglé. | Après qu'il eut fouillé le puits, quand il courut chercher de l'eau de bon matin, il vit la trace de compère Lapin au ras du puits. Il se gratta et s'écria: |
| —Bambail, mo Compair, mo va trapé toi. | —Mon compère, je vais t'attraper. |
| Li couri pran so zouti et lifé ein gro catin avé boi laurié. Li godroné li, godroné li si tan jika lité noi com négresse guinain. Soleil bas, Compair Bouki couri planté so catin déboute au ra so pi. Dan la nuite la line tapé cléré, Compair Lapin vini avè so baqué pou charché do lo. Kan li ouâ ti négresse là, li rété, li baissé, li gardé ben. | Il court prendre ses outils et il fait une grosse catin[6] avec du bois du laurier. Il la goudronne, la goudronne jusqu'à tant qu'elle fût noire comme négresse de Guinée. Le soleil tombé, compère Bouc courut planter sa catin debout au ras du puits. Dans la nuit, la lune tapait clair; compère Lapin vint avec son baquet pour chercher de l'eau. Quand il voit la petite négresse, il s'arrête, se baisse et la regarde bien. |
| —Ki bétail ci là? | —Quelle bête est-ce là? |
| Li hélé on li; ti négresse là pa grouyé, li pas réponne. | Il la hèle; petite négresse ne bouge pas, ne répond pas. |
3. Creolo da Guyana
4. Creolo da Ilha de S. Domingos
5. Creolo da Trinidad
6. Creolo da Martinica
IV. LINGUA FRANCA
| Lingua franca | Italiano |
| Bon giorno, Signor; comme ti star?—Mi star bonu, e ti?—Mi star contento mirar per ti.—Grazia.—Mi pudir servir per ti per qualche cosa?—Muciu grazia.—Ti dar una cadiera al Signor.—Non bisogna. Mi star bene acousì.—Comme star il fratello di ti?—Star muciu bonu. | Buon giorno, Signore; come stai?—Io sto bene, e tu?—Io son contente di vederti.—Grazie.—Poss'io servirti in qualche cosa?—Molte grazie.—Dà una seggiola al Signore.—Non ho bisogno. Io sto bene così.—Como sta il tuo fratello?—Sta molto bene. |
(The Athenaeum, 1877, 1.º sem., p. 640).
Se ti sabir,
Ti respondir,
Se non sabir,
Tazir, tazir.
Mi star muphti,
Ti qui star si?
Non intendir,
Tazir, tazir.
Mahameta, per Giourdina,
Mi pregar, sera e matina.
Voler far un paladina
De Giourdina, de Giourdina;
Dar turbanta e dar scarrina,
Con galera, e brigantina,
Per deffender Palestina,
Mahameta, per Giourdina,
Mi pregar sera e matina.
Star bon Turca Giourdina?
Ti non star furba?
No, no, no.
Non star forfanta?
No, no, no.
Donar turbanta.
Ti non star furba?
No, no, no.
Non star forfanta?
No, no, no.
Donar turbanta.
Ti star nobile, non star fabbola,
Pigliar schiabolla.
Ti star nobile, non star fabbola,
Pigliar schiabolla.
Dara, dara
Bastonnara.
Dara, dara
Bastonnara.
Non tener honta,
Questa star l'ultima affronta.
Non tener honta,
Questa star l'ultima affronta.»
V. CONSIDERAÇÕES GERAES
Lista de erros corrigidos
Aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:
| Original | Correcção | ||
| [#pág. 4] | Anãto | ... | Antão |
| [#pág. 13] | Estes cavallos são teus. | ... | Esta egua é tua. |
| [#pág 30] | three voyage | ... | three voyages |
As variações de dialecto (por vezes escrito dialeto) foram mantidas de acordo com o original.
As variações de nomes próprios foram mantidas de acordo com o original (ex: Newtead e Newstead)