JUDAS

Que queres tu de mim?
Trazes-me o teu perdão?

Solta uma risada nervosa.

MARIA

O riso da demencia
Nunca ha de suffocar a tua consciencia,
Que géme e se revolve em negro torvelinho.
Podes rir... mas eu vou seguindo o meu caminho.

JUDAS impedindo-lhe a passagem:

E a maldição ha de ir seguindo-te as pisadas!

MARIA

A tua maldição... as tuas gargalhadas!...
—Como o teu odio é bom!