II


De um lirio branco no mimoso calix

Se eu a fosse depôr

A vaga essencia de meu peito, em breve
Escutáras no calice de neve

Uma canção de amôr.

Canção divina relembrando as ancias,

E o languido tremôr

Daquelle beijo, em noite mysteriosa,
Que me deram teus labios côr de rosa,

Meu doce e casto amôr!