Apa. Toda esta pedra he tam leue.
tomay la esta seyxada.
Cães. Hãy hãy hãy hãy.
Apa. Perdoay me vos Senhor.
Escu. Ora o fizeste peor
aa pesar de minha mãy. &c.
[101] The old woman begins thus:—
Velha.
Rogo aa Virgem Maria
que quem me fazer guer da cama
que maa cama et maa dama
et maa lama negra et fria.
Maa mazela et maa courela
mao regato et mao ribeyro
mao siluado et mao outeyro
maa carreyra et maa portela.
Mao cortiço et mao somiço
maos lobos et maos lagartos
nunca de pam sejam fartos
mao criado, mao seruiço.
These burlesque antitheses are continued in the same style throughout a whole page.
[102] Mais quero asno que me leve, que cavallo que me derrube.
[103] The following passage is selected from one of the most burlesque scenes. Pero Marquez, the simpleton suitor, takes his seat next his mistress with his back turned towards her. He is about to produce some pears, which he intended to present to her in complimentary allusion to her name, for Pereyra in Portuguese signifies a pear tree. The lover has, however, lost the destined present:—
Per. Mais gado tenho eu ja quanto,
et o mayor de todo a gado
digo mayor algum tanto,
E desejo ser casado.
Prouguesse ao Spiritu santo,
com Ines, que eu mespanto
quem me fez seu namorado.
Parece moça de bem
et eu de bem er tambem.
ora vos er yde rendo
se lhe vem milhor ninguem.
a segundo o que eu entendo.
Cuydo que lhe trago aqui
peras da minha pereyra;
ham destar na derradeyra.
Tende ora Inez per hi.