NOTE

[66] Bellermann, p. 184-90.

“O romance do Captivo de Argel é um typo dos mui populares contos de captivos que relatam a salvação de prisioneiros christãos da mão dos mouros. Foi derivado o romance do Captivo de Argel da Hespanha. ( Duran, Romancero General, N. 258). Th. Braga o obteve do Porto, escripto em uma letra que denuncia o seculo XVII. Garrett conhecia variantes de Lisboa, Ribatejo e Extremadura; Estacio da Veiga o encontrou em Tavia; e nos Cant. pop. do Archip. Açor. (p. 323-325) Braga publica duas versões da Ilha de S. Jorge.„ Hardung, II, p. 46, in nota.

Le lezione manoscritta del sec. XVII comincia:

“Mi madre era de Hamburgo, mi padre de l'Antequera ecc.„

Quella dell'Algarvia:

“O meu pae era de Hamburgo, minha mãi de Hamburgo era:„

e cosí una dell'isola di San Giorgio, salvo una differenza da nulla.

“Braga remarque que Camoens, dans les Disparates da India, a terminé une strophe par deux vers de la version castillane:

Mi padre era de Ronda, y mi madre de Antequera.