—Onze tostões! gritou de novo a rapariga.
—Estás desesperada! Onze tostões!...
—E meio!
—Onze tostões e meio!
—Mil cento e cincoenta! gritou outro zombeteiramente.
—Falle claro, se quizer que o entenda. Onze tostões e meio! Eh! rapariga? Então tu?
—Um quartinho! disse ella.
—Um quartinho. Vá lá! Um quartinho! Quem mais dá? Isto deve ter amendoas dentro. Pelo cheiro... com certeza. Um quartinho! Um quartinho, uma. Um quartinho... duas! Que linda! Que linda! Até é uma pena ir para as tuas mãos, rapariga! Um quartinho...
—Tres!
—...tres!—Não preciso cá de ponto.—Acolá para aquella cachópa.