—Oxalá que sim! Deus te ouça! E juras-me que farás a minha felicidade?

—Helena! Juro-te, pelo Deus que me protegeu durante muitos annos por esse mundo além, que hei-de fazer a tua felicidade!

E, depositando-lhe um beijo na fronte, disse:

—Adeus. Até ámanhã.

—Adeus Joaquim!

Helena conservou-se á porta até ver desapparecer{107} o vulto do seu bem-amado numa curva da estrada.

Suspirou, olhou outra vez para a lua, e, ao voltar para dentro, ouviu o piar lugubre d'uma ave nocturna.

Estremeceu, e, fechando a portaria, murmurou estarrecida:

—Jesus! Não sei o que o coração me adivinha!...{108}

[XII]