Deus fez o porco para o frade.
Deus destinou-nos os presuntos

Para os seus untos,
Senhor abade.

Grunhamos, pois, grunhamos todos juntos:
Viva o abade! Viva o abade!!

Succediam-se logo em manadas e em bando
Perdizes e perus e patos conclamando:

Patos, perus, galinhas e perdizes

Somos felizes!
Oh, que ventura!

Como é doce morrer tendo a certeza
De bem assados em manteiga ingleza

Ir para a meza
Do senhor cura!

Oh, que ventura! oh, que ventura!...

N'um carro triumphal trovejava depois
Um tonel arrastado a cem juntas de bois: