Tragam-me o manto d'oiro e seda que cobria

As espaduas de Nero.

E trouxeram-lhe o manto, um manto do brocado,

Da purpura mais fina,

Com escarros de lodo obsceno, inda empastado

No sangue de Agripina.

E o papa continuou: «Preciso armar o braço,

Para dictar as leis;

Fabriquem-me uma espada enorme com o aço

Das espadas dos réis.»