Já que vamos para o mundo, hastêie-se em nossas mãos o lábaro da Paz.

Que os maus praguejem, blasfêmem: que os maus nos amaldiçôem. Que venham sobre nós os insultos e os escarros, as ameaças e a morte! Ergamos nós para o Alto os nossos olhos tranquilos, e sejam as nossas palavras como um orvalho do Céu a refrigerar este vulcão onde as flores da purêza se fânam amarguradamente, desconsoladamente...

Vái florindo a primavera.

Na folhagem enfloráda dos castanheiros do Recreio, as rôlas cantam suspirosamente a celebração festiva dos misteriosos noivados...

Por esses campos fóra, olhái que festas agrestes, olhái que esteira de flôres...

E é á vista dêste deslumbramento que o mundo se desespéra impiamente, alucinadamente, nos torvelinhos da Dôr...

É que o vicio alastra, e odios rugem surdamente, e o desespêro aumenta!

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Ó Seminaristas,—ó Seminaristas de Portugal!

Operarios de Jesus, nós devemos ir, mundo alem, a semear nas almas a Paz, a Fé nas inteligencias, o Amor nos corações.