—Porque é que o homem irmão toma o partido do ser imundo? É melhor deixar essa presa ao cão.—

Mas Vamiré indignou-se:

—O Pzann não ousaria aparecer entre os outros Pzanns, se abandonasse os seus aliados; o Pzann quer a paz, mas quere-a para todos que estão com ele.—

Formaram os orientais novo conciliábulo, e todos os moços, mais desejosos de uma vitória do que de uma solução pacífica, tendiam para a guerra.

O chefe não se atreveu a opor-se abertamente, mas referiu-se à coragem de Vamiré, à glória de uma expedição para as bandas do Norte depois do Inverno, à necessidade de estar em paz com os povos longínquos.

Dois dos moços pareciam convencidos, ao passo que o fanático baixava os olhos, obstinado. Aproximou-se, até, da margem, e, apontando a frecha ervada a um dos vermívoros:

—O Conselho diz: nunca a tua frecha hesite em ferir o imundo!—

E a frecha descrevia a sua parábola mortal, ferindo o tardígrado num ombro.

O doloroso grito do homem foi acompanhado de um grito colérico do homem loiro, e de um rumor de censura, entre os orientais.

—Homem,—clamou o velho,—perdoa a exaltação de um sangue muito novo!—