Ao longe, no esconso das florestas, ouvia-se o ladrido dos cães em caça, o que arrancou o oriental à sua meditação. Viu que Vamiré percebera a ausência dos cães e a facilidade de um acto de força no campo inimigo.
—Que queres tu de mim?—perguntou ele ao Pzann.
—Que fales a teus irmãos—respondeu este.
O oriental ergueu-se, e, acompanhado de Vamiré e Élem, caminhou até a beira da ilha, e soltou a voz de chamamento, conhecida das tribos:
—Ré-á, ré-á!—
O chefe braquicéfalo saiu então do mato, acompanhado pelo moço válido:
—O nosso irmão está cativo do homem das regiões desconhecidas?
—Está cativo.
—Vem pedir-nos auxilio ou vingança?[{171}]
—Não; o homem do montante do rio pede paz.