Por fim, chegou-lhe a sua vez.
O filho accusava a recepção dos retratos, mas dizia que não tinha gostado. A tia Anna entristeceu.
A carta proseguia no mesmo assumpto e terminava assim:
«Vão vocemecês a casa do meu correspondente, os srs. Nogueira & Sá, da rua das Flôres, e perguntem pelo meu amigo e socio Joaquim da Silva Ferreira, que lhes dará as instrucções precisas».
O André, depois de lêr, explicava sempre:
—Percebeu, tia Anna? Quer que vocemecê e o seu homem vão ao Porto, á rua das Flôres, a casa dos srs. (e recorria á carta), dos srs… Nogueira & Sá, e lá procurem o sr…, o sr… (recorria de novo ao papel) Joaquim Ferreira da Silva, que, pelos modos, vem a ser o socio do seu José. Percebeu?
—Percebi, percebi.
—Pois é o que teem a fazer; e adeusinho, até outra vez.
O rapaz restituiu a carta; e, como não havia mais ninguem por ali, saltou do muro, e voltou para a botica.
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