Na loja de ferragens da firma commercial Nogueira & Sá, estavam, havia cerca de uma hora, a tia Anna da Izabellinha e o marido á espera do socio do filho, que os mandára esperar ali.
Era meio-dia, quando o brazileiro entrou.
O patrão Nogueira apresentou-os ao recem-chegado. A tia Anna e o homem levantaram-se humildes, com os braços cahidos, conturbados d'acanhamento.
—Então são vocemecês os paes do meu socio, hein?
—Saiba v. s.^a que sim—responderam ambos em côro.
—Pois por muitos annos, e bons—disse-lhes o brazileiro.
Tirou da algibeira do collete branco um relogio d'oiro, viu as horas, e voltando-se para o Nogueira:
—São horas. Tem lá cima tudo preparado, hein?
—Está tudo prompto—respondeu o ferragista.
O Silva voltou-se para os lavradores, e disse-lhes: